quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
sábado, 26 de dezembro de 2009
Queen - Narrativas
Divirtam-se.
Versão Original
Versão Traduzida para Português
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
A gerência deseja-vos..
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
domingo, 13 de dezembro de 2009
1. Ciao Milano – Au revoir Paris
Este vai ser o início do relato de umas férias “corridas”, onde três semanas de “inter-avião” permitiram que pisássemos o solo a 9 países (que não Portugal), sendo
que um deles foi só numa Estação de Serviço. Daí não há fotos :-).
Esta série deverá ser lida de “baixo para cima”. A numeração é relativa à ordem em que deve ser lido e não ao dia de viagem. Dada a minha conhecida (de alguns) preguiça em escrever, as legendas às fotos são “tooltips”. Coloquem o rato por cima das fotos. Algumas têm comentários.
2. Ciao Milano
Chegámos à noitinha e apanhámos o comboio para Veneza às 13h do dia seguinte. Por isso, apenas tivemos tempo de manhã para uma visitinha rápida ao centro, à Piazza Duomo, e para um croissant e um capuccino (não caros e altamente recomendáveis) nos Giardini Publici Indro Montanelli.
3. Arrivederci Milano – Ciao Venezia
A viagem foi longa. Três horas pode não parecer muito tempo, mas experimentem arrancar à hora de almoço, à pressa, sem almoçar, levando apenas duas fatias de pão (daquele que mais parece bolachas de água e sal) que sobrou da manhã, um pacote de wafers (dos pequeninos) e uma água com gás (só depois vimos que dizia “fizzante”), sacados à pressa na máquina automática… para dois!
No canto da foto acima é possível ver o “pacotão” de bolachas.
Veneza tem aquele encanto que se vê nas fotos, mas lá, a sensação é de que se entra num mundo à parte. Não há carros a não ser à “entrada” apesar de algumas das ruas serem suficientemente largas para, pelo menos um, passar à vontade. OK. Nesta não cabia o carro, mas havia outras que sim =). As próprias pontes são exclusivas para peões e também não vi motas ou bicicletas a circular dentro da cidade.
Também não podíamos sair de Itália sem provar disto:
Itália não é um país economicamente agradável para a carteira do português. É tudo caro, principalmente no que toca a serviços. Quando falo em serviços, incluo os serviços que nos lembremos de ir fazer à casa de banho. Se forem a Veneza, andem sempre com €1,50 trocados, porque é quanto custa ir fazer o “xixizinho” à pia pública. O mais barato que se encontra é €0,80 (excepto alguns cafés e restaurantes, não todos, mas devem consumir para usar) na estação ferroviária. Um roubo!!!
Dois dias em Veneza deu tempo para ver e conhecer. De qualquer forma, às 6 da manhã o vôo para Praga esperava-nos…
Arrivederci!
4. Arrivederci Venezia – Ahoj Praha
Este não foi um dia em que conseguíssemos aproveitar muito… A natureza madrugadora da viagem fez-nos cair na cama depois do check-in no hotel. [Também não nos preocupámos muito porque ainda cá voltaríamos depois de Budapeste e Viena]. Só saímos quase às 5 da tarde, mas ainda deu para ir ver o castelo e a zona envolvente, descer a pé até à cidade, tomar um chocolate quente e comer uma fatia de bolo e ver o centro da cidade.
O dia seguinte foi de viagem de autocarro para Budapeste. Praga continua mais tarde…
5. Brzy se uvidíme Praha – Hello Budapest
O frio mantinha-se, mas nada que nos fizesse pensar que durante a viagem iríamos apanhar com… neve! Sim… Neve. Claro que passar nas montanhas (ainda na Rep. Checa) ajudou, mas nem sequer eram assim tão altas. Enfim. Parecíamos uns parvinhos que nunca tinham visto neve antes. :-)
Chegados a Budapeste ao anoitecer, só deu tempo para fazer o check-in no apartamento e sair mesmo só para comer qualquer coisa. A primeira impressão da cidade (segunda, vá… depois da central de camionagem) não foi muito boa. O apartamento que alugámos fica a cerca de 1,5km do centro (3 estações de metro) e havia MUITO lixo na rua, que só foi arrumado dois dias depois. Imaginem que vão pintar a casa e, no processo, aproveitam para arrumar uma quinquilharias que se arrastavam pelo sótão. Além disso, há uma porta interior que precisa de substituição e decidem mudar também os caixilhos… OK. Já estão a imaginar todo o lixo que se acumula assim. Pois bem… Tudo isto estava nos passeios, de 5 em 5 metros (+/-) e em várias ruas, sem sequer estar ensacado ou organizado. Apenas despejado na rua. Foi assim no dia que chegámos e manteve-se no dia seguinte. Só no dia que partimos é que estavam a recolher. Achámos estranho e que não deu muito boa impressão, não deu…
Felizmente, Budapeste não é só isso e tem algumas coisas bastante interessantes.
As ruas do centro em Peste assemelham-se um pouco ao centro de Viena. É acolhedor e estamos rodeado por monumentos e edifícios antigos por todo o lado. Daqui destaco apenas o edifício do Parlamento. É brutal! Além disso, está “fechado” por pilares baixos com correntes e vigiado por todo o lado por militares armados.
O frio e a chuva são inimigos quando se pretende visitar uma cidade. Acabámos por não visitar muita coisa, mas ainda demos uma subida ao Bastião dos Pescadores, em Buda para ter uma “vista de cima” sobre Peste. Não, claro, sem antes termos passado num cafézito. Adivinhem o que tomámos. Eu dou uma ajuda (cliquem na imagem da direita):
Ao jantar comida Húngara num restaurante Húngaro:
O dia seguinte foi de partida para Viena.
6. Isten veled Budapest – Hallo Wien
O tempo não foi muito e o frio também não ajudou…
De um dos monumentos, esta foi a perspectiva possível porque tinha… um circo em frente.
7. Auf wiedersehen Wien – Ahoj Praha
De volta a Praga, este “primeiro” dia deu apenas para jantar e para um pequeno passeio nocturno.
A primeira impressão com que tínhamos ficado de Praga não tinha enganado. Praga é uma cidade acolhedora, com um ar “catita” e bastante para ver.
Tínhamos lá ido almoçar na primeira visita a Praga, mas desta vez chegamos lá por acaso, ao sair do eléctrico. O Café “Prados” – Massas e Gnocchis são bons e arranham inglês. Se forem a Praga, passem por lá. Fica nas Galerias Tesla, que têm um grande vitral lá dentro, mesmo em frente à paragem de eléctrico de Vodičkova. Aconselho vivamente, para quem gostar de caril, a “Chicken PRADOS”. Acabou por ser o local de eleição para as refeições porque, além de bom, não é nada caro.