Varsóvia surpreendeu pela positiva. É uma cidade grande, ampla, cosmopolita.
O facto da Polónia ser um país “menos desenvolvido” que Portugal, torna uma cidade como Varsóvia num local muito apelativo para umas férias baratas. Ainda assim, essa diferença de desenvolvimento notar-se-á, certamente, noutras zonas da Polónia, pois comparando as duas capitais, Varsóvia leva vantagem. Joga a seu favor o facto de ter sido reconstruída depois da 2.ª Guerra Mundial e ser uma cidade plana. Foi reconstruída mais tarde que Lisboa, com outra visão de futuro e em condições geográficas que facilitam outro tipo de planeamento.
Abaixo, a torre do Palácio da Cultura (ver tooltip da imagem).
A vista do topo da torre é magnífica, mas antes de subirem, preparem-se para um dos elevadores mais rápidos do mundo: 30 andares em cerca de 20s. Como li num blog antes de ir: “Chega-se lá acima e espera-se um bocadinho até que o estômago nos apanhe.” Fica a vista lá de cima:
O centro histórico é, tal como o de Guimarães, Património da Humanidade.
Delimitado, em parte, por muralhas, a Old Town tem um encanto especial e parece que estamos a entrar numa outra época.
Apesar de grande, Varsóvia é uma cidade que se visita em relativamente pouco tempo, se quisermos apenas conhecer os seus principais pontos de interesse. Além da zona histórica, encontram-se espalhados bastantes memoriais às vítimas da guerra e é também frequente ver pedaços de muros, colunas ou outros elementos, reconstruídos ou não, em exibição pelas ruas.
Visitámos também (parámos lá) aquela que foi considerada a estação de metro mais bonita do mundo construída em 2008, ou como carinhosamente gostamos de lhe chamar, Miss Mundo Estações de Metro 2008.
Outra coisa que abunda (não confundir com “a bunda”) por aquelas bandas são parques. Visitámos um deles (Park Łazienkowski) e, logo à entrada, deparámo-nos com um conjunto de regras que achámos algo exageradas (não se pode levar bicicletas ou cães lá para dentro). No entanto, numa análise com mais calma, conseguimos encontrar algum sentido para elas, apesar de não concordarmos totalmente.
O parque é enorme e tem alguns edifícios históricos e uma estátua a Chopin ao pé da qual há concertos (no Verão, presumimos). Apesar disso, o que mais nos impressionou aí foi um pequeno anfiteatro romano, que, apesar de algo destruído, ainda tem condições mais que suficientes para receber alguns espectáculos, criando um ambiente especial.
E esquilos… lá também os há.
Lindo o esquilinho!!! (L)
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