A viagem foi longa. Três horas pode não parecer muito tempo, mas experimentem arrancar à hora de almoço, à pressa, sem almoçar, levando apenas duas fatias de pão (daquele que mais parece bolachas de água e sal) que sobrou da manhã, um pacote de wafers (dos pequeninos) e uma água com gás (só depois vimos que dizia “fizzante”), sacados à pressa na máquina automática… para dois!
No canto da foto acima é possível ver o “pacotão” de bolachas.
Veneza tem aquele encanto que se vê nas fotos, mas lá, a sensação é de que se entra num mundo à parte. Não há carros a não ser à “entrada” apesar de algumas das ruas serem suficientemente largas para, pelo menos um, passar à vontade. OK. Nesta não cabia o carro, mas havia outras que sim =). As próprias pontes são exclusivas para peões e também não vi motas ou bicicletas a circular dentro da cidade.
Também não podíamos sair de Itália sem provar disto:
Itália não é um país economicamente agradável para a carteira do português. É tudo caro, principalmente no que toca a serviços. Quando falo em serviços, incluo os serviços que nos lembremos de ir fazer à casa de banho. Se forem a Veneza, andem sempre com €1,50 trocados, porque é quanto custa ir fazer o “xixizinho” à pia pública. O mais barato que se encontra é €0,80 (excepto alguns cafés e restaurantes, não todos, mas devem consumir para usar) na estação ferroviária. Um roubo!!!
Dois dias em Veneza deu tempo para ver e conhecer. De qualquer forma, às 6 da manhã o vôo para Praga esperava-nos…
Arrivederci!
God! Ângelo... que insensatez teres passado três horas de viagem na posse de apenas um pacote de wafers... e dos pequenitos? Grandes fotos! Gostei especialmente do trabalho de exposição da roda gigante. Siga a rilhar!
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